
Amigos do Ponto Cheguei, sabendo da importância para tantas vidas e tantas pessoas do nosso Brasil, nós aqui também optamos para prestar um serviço de divulgação e informação, sobre como conseguir encontrar saídas para seus problemas de saúde, junto a medicina e pesquisas atuais, para trazer novidades e esperanças a todos!
Celismar Facó
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Essa reportagem é do 26/05/2011
Os pacientes que sofrem de problemas como pressão alta (hipertensão) e problemas cardiovasculares – como predisposição a infarto e derrame, além de colesterol alto – terão, em breve, um grande motivo para comemorar.
Esta semana, foi concluída com sucesso a primeira etapa de testes com uma pílula única que tratará de várias doenças cardiovasculares, incluindo as citadas acima: trata-se da Superpílula, uma vitória da ciência brasileira em conjunto com mais 6 países, e que substituirá 4 medicamentos para tratamento de doenças desta natureza.
A superpílula tem ingredientes em sua composição que:
previnem o entupimento de artérias do coração;
baixa os níveis de colesterol;
ajuda a reduzir a pressão.
Os efeitos colaterais da superpílula são os mesmos de remédios que combatem às doenças cardiovasculares: sangramento, náuseas, dor de cabeça e dor no estômago. Em compensação, o valor dela será 1/4 do valor atualmente gasto por pacientes com doenças desta natureza: custará apenas R$ 205,00/ano.
São 30 milhões de pessoas que serão beneficiadas por esta pílula. Este é o número estimado de pessoas com problemas cardiovasculares.
Ainda não há data definida para comercialização da superpílula. O que se sabe é que, caso todos os testes deem positivos, a superpílula será introduzida no SUS a partir de 2013.
Fonte: caudalonga
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Essa mais antiga, embora detalhada achei excelente !!!

Medicamento inibe obesidade, colesterol e diabetes. Especialistas apontam fórmula como revolução.
Chega ao Brasil até o final de julho a superpílula, capaz de, ao mesmo tempo, combater a obesidade, melhorar o colesterol e o diabetes. Trata-se do rimonabanto, um novo e poderoso aliado dos pacientes que lutam contra a balança e têm risco de desenvolver doenças cardiovasculares. O medicamento, fabricado com o nome comercial de Acomplia, é do laboratório Sanofi-Aventis. Além de atacar a gordura, melhora o HDL (o colesterol bom que protege o coração) e reduz as chances de manifestar o diabetes, uma doença que cresce assustadoramente e que atualmente já atinge 5% da população adulta (194 milhões de pessoas) em todo o mundo.
O super-remédio, como vem sendo chamado, foi aprovado no final de abril pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Já é comercializado na Europa e aguarda autorização do Food and Drugs Administration (FDA) para ingressar no mercado norte-americano. “Esse medicamento gera uma grande expectativa tanto para o paciente quanto para o médico”, comenta o endocrinologista Antônio Roberto Chacra, chefe da disciplina de Endocrinologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A superpílula representa uma solução para as pessoas que estão realmente muito acima do peso (com IMC igual a 30 Kg/m2) ou com sobrepeso (IMC maior que 27 Kg/m2) e convivem com fatores de risco associados, como diabetes tipo 2, adquirida ao longo da vida, e alterações nos níveis de colesterol e triglicéride (gorduras circulantes no sangue). Quem apresenta esses três fatores de risco tem três vezes mais chances de ter um infarto. Trata-se da síndrome metabólica.
Barriga – Apesar de não ter sido lançado com o objetivo de perder peso, o cardiologista Ricardo Nacruth explica que o rimonabanto diminui a gordura abdominal, fator importante que previne o infarto. A medida limite é de 94 centímetros para homens e 80 para mulheres. Nacruth acredita que a melhor indicação do remédio é para as pessoas com acúmulo de gordura abdominal, aquela famosa “barriguinha de chope”. “O novo medicamento é promissor, pois ao inibir o sistema hormonal endocabinóide, há a tendência de melhorar o perfil metabólico do paciente, reduzindo a pressão alta e o triglicéride e aumentando o bom colesterol (HDL),” acredita o especialista.
De acordo com o endocrinologista Sérgio Vêncio, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Seção Goiás, existe no organismo um sistema descoberto recentemente chamado endocabinóide. Observando onde a maconha atuava, pesquisadores descobriram que o ser humano fabrica uma espécie de maconha endógena, os canabinóides, liberados para promover relaxamento, perda de memórias traumáticas e diminuição do estresse. Eles também provocam fome. “Esse sistema se encontra hipersaturado, devido ao estresse, à obesidade e ao tabagismo, o que resulta num ciclo vicioso de fome, aumento do peso e estimulação do sistema”, diz.
Vêncio explica que o rimonabanto bloqueia esse sistema e tenta fazer com que o mecanismo de estimulação da fome diminua, levando à queda do peso sustentada em torno de oito quilos em dois anos, ao aumento de cerca de 10% do colesterol HDL e a uma redução média de glicose de aproximadamente 30 mg/dl. “Todos esses fatores estão relacionados a uma diminuição da circunferência abdominal, que está envolvida na patogênese da maioria dessas doenças”, observa o especialista ao lembrar que mais de 13 mil pacientes já utilizaram o rimonabanto em estudos controlados feitos em todo o mundo.
Cautela na prescrição
Os especialistas são unânimes ao afirmarem que o rimonabanto é um medicamento revolucionário. Porém, fazem ressalvas. O endocrinologista Antônio Roberto Chacra, da Unifesp, diz que a nova droga não deve ser banalizada. “Não é qualquer pessoa que deverá utilizá-la, como por exemplo uma garota que queira perder uns quilinhos para desfilar na praia.”
Sérgio Vêncio, da SBEM-Seção Goiás, diz que o remédio não pode ser interpretado como o salvador da pátria. “É preciso deixar claro que a mudança no estilo de vida ainda continua como tratamento número um, mas com certeza o rimonabanto será uma ferramenta importantíssima no tratamento das doenças cardiovasculares, da obesidade e do diabetes.” O valor do remédio ainda não foi definido. Sabe-se, entretanto, que uma caixa da nova droga, importada da Europa, custa R$ 395. Os especialistas acreditam que o medicamento, ao chegar no Brasil, deverá ser vendido mais barato.
Esperança – O rimonabanto é uma esperança para o encarregado de obras Sérgio Rodrigues dos Santos, 33, que está 30 quilos acima do seu peso normal. Ele luta contra a obesidade desde os 18 anos e, mais recentemente, contra colesterol e triglicéride altos. Tem ainda esteatose hepática, gordura no fígado desenvolvida por conta da obesidade.
Para perder peso, conta já ter feito uso de remédios e dietas. “Só emagreci durante o tempo em que tomei os medicamentos. Depois fico no efeito sanfona”, diz. Quanto às dietas, procura evitar comidas muito gordurosas, mas vez ou outra abusa das carnes gordas em churrascos.
Sérgio já apelou também para a academia e as caminhadas. Ele atualmente trabalha o dia inteiro e estuda à noite, e diz estar sem tempo para praticar exercícios físicos. “Teria que acordar às 5h30 da madrugada para estar na academia às 6 horas. Mas está difícil. Durmo tarde e quase não fico com minha família”, tenta justificar. Sérgio sabe, porém, que não adiantará tomar o rimonabanto sem praticar atividade física e cuidar da alimentação.
Fonte: peruzzo
DR. MILTON PERUZZO
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